não há nada que me tire mais do sério do que a incerteza. minha vida pára. eu não respiro. odeio quando não me respondem emails. odeio quando somem e não atendem telefonemas. não quer falar? atende e manda tomar no cu. mas me deixar em standby é a coisa que eu mais odeio na face da terra, excetuando talvez metrô em horários de pico, acessos de buzina e coisas encaixotadas.
não me venham com incertezas.
se for fazer, faça. diga. pode ser desconfortável, mas pelo menos é honesto. nestes casos, o silêncio é quase uma mentira, além de uma covardia sem tamanho. de covardes eu já estou farta.
Clarah Averbuck
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