“Estou novamente te escrevendo, inicialmente escrevi para abrir meu coração e te propor o que já aconteceu, nossa relação, não estou escrevendo para dizer que acabou; Estou novamente rabiscando o papel para poder me expressar melhor, de forma que ambos não consigamos deturpar as palavras e compreender somente o que nos interessa.
Quero reafirmar nesta carta que te quero, te quero tanto que não consigo quantificar. Mas também devo dizer que não consigo mais. Não consigo mais ficar tão carente, desde o princípio foi assim, e eu devia ter imaginado, e imaginei, mas pensei que poderíamos mudar, nós, não é?
Ambos precisamos de adaptação para ficar juntos, e estou vendo que as minhas são fáceis, mas não porque existem de forma ou de outra e não farão faltas, mas sim porque eu quis, eu quero, e não ponho obstáculos. Compreendo seus "obstáculos", eles são teus objetivos, mas se teus objetivos são exatamente o que deve mudar, eu estou errado, e por estar errado é que abdico desta relação.
Não posso dizer que não vou sofrer ou derramar lágrimas, pois já estou me debulhando nelas e sofro a cada vez que noto aumentar tua ausência, ausência essa que até me faz falar bobagens, dizer asneira, fazer besteiras e reclamar.
Pois é... Estou novamente com os olhos marejados e devo por isto terminar esta carta, ainda gosto muito de ti, e te quero, como falamos por diversas vezes, vamos deixar o tempo passar e se encontrar novamente. Por enquanto fica aquela música "não vou dizer que foi ruim, mas também não foi tão bom assim, não imagine que te quero mal, apenas não te quero mais."
Sabe o autor?
Quero reafirmar nesta carta que te quero, te quero tanto que não consigo quantificar. Mas também devo dizer que não consigo mais. Não consigo mais ficar tão carente, desde o princípio foi assim, e eu devia ter imaginado, e imaginei, mas pensei que poderíamos mudar, nós, não é?
Ambos precisamos de adaptação para ficar juntos, e estou vendo que as minhas são fáceis, mas não porque existem de forma ou de outra e não farão faltas, mas sim porque eu quis, eu quero, e não ponho obstáculos. Compreendo seus "obstáculos", eles são teus objetivos, mas se teus objetivos são exatamente o que deve mudar, eu estou errado, e por estar errado é que abdico desta relação.
Não posso dizer que não vou sofrer ou derramar lágrimas, pois já estou me debulhando nelas e sofro a cada vez que noto aumentar tua ausência, ausência essa que até me faz falar bobagens, dizer asneira, fazer besteiras e reclamar.
Pois é... Estou novamente com os olhos marejados e devo por isto terminar esta carta, ainda gosto muito de ti, e te quero, como falamos por diversas vezes, vamos deixar o tempo passar e se encontrar novamente. Por enquanto fica aquela música "não vou dizer que foi ruim, mas também não foi tão bom assim, não imagine que te quero mal, apenas não te quero mais."
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